Dr. Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

É desembargador aposentado do TJESP e escritor. Autor dos romances “A rainha da boate”, “Do amor e outras fraudes” e “Criônica”. Publicou também um livro de contos, “Tragédia na ilha grega”, disponível à leitura no site www.franciscopinheirorodrigues.com.br. É membro do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP). E-mail: oripec@terra.com.br.

26/05/2014

Um livro injustiçado:”Criônica”. Autor? Este seu criado

Em 2005 publiquei, por conta própria, um romance que  batizei com o título acima, “Criônica”. Um aportuguesamento da palavra inglesa “cryonics”, inventada por norte-americanos. Ela significa a técnica de congelar seres humanos imediatamente após a morte — antes que ocorram danos cerebrais irreversíveis —, com a esperança de que possam ser descongelados, alguns anos depois, quando as suas doenças, hoje incuráveis, já não mais o forem. A presunção, correta, é a de que a medicina do futuro será muito mais adiantada do que a do presente. Técnica, hoje, incipiente, tateando, mas quando der certo iniciará uma nova era. Não existe nada mais “revolucionário”, embora sem data marcada para o sucesso.

Não confundir, por favor, a palavra “cryonics” com “cryogenics”(criogenia), um ramo, mais abrangente da física que estuda a produção de temperaturas extremamente  baixas e seus efeitos na  matéria em geral,  inclusive nos seres vivos. 

Reiterando,“cryonics” refere-se unicamente ao congelamento de pessoas, com o fim de “acordá-las” anos depois. 

— “Como?! Ressuscitá-las?!” — perguntam-se as pessoas mais apegadas ao pensamento religioso. — “E o que acontece com a alma? Permanece congelada no “cadáver” ou fica passeando até ser chamada de volta?”. Caçoadas não faltam. Por enquanto com alguma razão, mas o tempo mostrará que o futuro nos surpreenderá. Obstáculos mais difíceis já foram superados pelo engenho humano.

O congelamento seria uma espécie de “pause” em filme gravado em DVD. Querendo continuar a exibição basta apertar o botão certo. O filme não se deteriora com a pausa. Segundo li, os próprios átomos — normalmente tão irrequietos na temperatura normal, filmados no microscópio eletrônico —, ficam quase imobilizados quando a temperatura está em -196 C. Essa é a temperatura do nitrogênio líquido em que estão encerrados os “mortos”— ou “pacientes”, na terminologia dos entusiastas da criônica —. Uma espécie de “coma” gelado.

O interesse prático por tal ambiciosa façanha, “ressuscitar” uma pessoa “morta” — assim considerada, legalmente, hoje, porque o coração e o pulmão pararam de funcionar — obviamente surgiu em seres humanos que ainda esperavam viver muitos anos, mas foram informadas, por médicos sinceros e competentes, que sua doença é mortal, incurável e com desfecho próximo.

Mesmo o paciente sabendo que os laboratórios esforçam-se para a cura de sua doença, o médico honesto e realista informa ao angustiado cliente que, no seu caso, mesmo surgindo, eventualmente, a notícia de uma grande descoberta científica, não haverá tempo suficiente para a composição do remédio, rigorosos testes de eficácia e a comercialização. Esperar por um “milagre científico” e farmacêutico é morte garantida.

Quando a situação é essa, o paciente imaginativo e apegado à vida pensa da seguinte forma: — “Já que vou morrer daqui a algumas semanas, ou meses, por que não arriscar em me congelar a -196° C e esperar por tempos melhores, quando minha moléstia for equivalente a um resfriado? Não vou ser morto antes do tempo porque isso seria homicídio. Só quando meu coração espontaneamente parar de bater e eu estiver inconsciente é que os paramédicos de prontidão extrairão, com rapidez, meu sangue, substituindo-o por um líquido espesso, semelhante ao sangue, — uma espécie de glicerina — , que só será substituído quando eu for descongelado”.

E o “condenado” prossegue pensando: — “Quando eu sair do “coma gelado”, daqui a alguns anos, receberei um transfusão de sangue, meu coração será estimulado a pulsar, o oxigênio invadirá meus pulmões, e eu poderei, quem sabe, voltar a viver. Se o processo, não der certo, eu continuarei morto, como o restante da humanidade, totalmente inconsciente do fracasso. Apenas o velho e conhecido sono eterno. Essa conjetura é mais reconfortante que saber, com absoluta certeza, que daqui a alguns dias “morrerei mesmo!”, apodrecido ou reduzido a cinzas. Congelando, terei alguma chance, acima de zero por cento, de “voltar” —, porque a ciência e a tecnologia não param de evoluir. E o que tenho a perder congelando-me? Apenas o dinheiro que dei para a empresa que me manteve mergulhado em nitrogênio líquido. Qual a utilidade do dinheiro para qualquer morto? 

Os herdeiros do “picolé humano” talvez não aprovem essa extravagância do “maluco”, ou “gagá”, apegado demais à vida, se a herança for mínima, toda ela consumida no pagamento das despesas com o contínuo congelamento. Contínuo porque por mais que se tente impedir a entrada do calor nos “cilindros mortuários”, isso ocorre em pequena escala. Se, porém, a herança do congelado for alta, a raiva será menor, porque os herdeiros ainda receberão muita grana com a morte legal autor da herança; embora haja sempre  algum temor do “maluco” conseguir mesmo voltar à vida, querendo de volta o seu dinheiro, anos depois de encerrado o inventário.

Os herdeiros mais gananciosos ainda pensarão: — “É possível que o “ex-morto”, com sangue novo, talvez rejuvenescido com o transplante de células-tronco, após o grande “despertar”, queira recuperar, sexualmente, o tempo perdido, liberando uma libido acumulada por mais de uma década. As garotas excêntricas e bonitas cairão em cima do “Lázaro século XXI”: — “Imagina, amiga, o arrepio de transar com alguém que viu o outro lado e voltou!”. Aí, irmãos, teremos problemas... O jeito é torcer para a experiência não dar certo”.

No meu romance “Criônica” — que não é, de forma alguma, um livro de ficção científica —, eu coloquei dois personagens: um arguto ex-banqueiro brasileiro, condenado por homicídio da esposa, portador de câncer incurável, e seu irmão, um desembargador aposentado que tenta convencer o doente a não entrar numa provável arapuca comercial. Considera impossível essa história de voltar a viver após anos ou décadas, mas no decorrer das conversas com o irmão começa a admitir alguma possibilidade. É emocionalmente estimulado, nessa tolerância científica, porque vê nela uma solução para um segredo sentimental que nunca revelou a qualquer pessoa.

O romance desenvolve-se no dia-a-dia da espera da morte, o ex-banqueiro contando ao irmão o desenrolar de sua vida, a lembrança das mulheres que “conheceu”, no sentido bíblico ou platônico — o financista foi um mulherengo que realmente amava, embora provisoriamente, cada uma delas — registrando os diálogos em gravador. Faz isso porque espera que o irmão jurista, aproveite esse material escrevendo um livro que ele, o doente, continuará após seu retorno à vida. No “volume 2’ poderá contar com mais detalhes, o que viu, pessoalmente, no fim do tal “túnel de luz”, assim  descrito por pessoas que sofreram a experiência de “quase morte”, ou morreram mesmo durante alguns minutos, sendo ressuscitadas por choques no coração.

Para escrever esse romance perdi um bocado de tempo, lendo os tópicos de ciência e filosofia relacionáveis com tão peculiar situação. Aproveitei a oportunidade para trazer à baila, nos diálogos, a experiência profissional do irmão aposentado, criando um enredo paralelo ao aspecto científico, assim evitando a monotonia de conversas girando em torno de um único assunto técnico.

Terminada a redação, procurei apenas uma editora conhecida e entreguei os originais. Não queria publicar o livro por conta própria porque isso leva o público a deduzir que toda obra financiada pelo autor não presta, por definição, “tanto assim que não encontrou editor...”. 

Como eu tinha pressa em publicar esse livro, por causa de minha idade, comecei a cobrar, com alguma insistência, uma resposta da editora. Talvez por isso, a editora logo respondeu que não tinha interesse. Para evitar as sucessivas esperas, por anos, de outras editoras, decidi publicar o livro por conta própria, fato que, consequentemente, levou os distribuidores a não se interessarem pela distribuição, dependente demais da fama do autor e interesse público pelo tema. E o público, no geral, não vê “essa história de congelar pessoas” com bons olhos. Realmente, parece um absurdo: — “Afinal, alguém já foi congelado e voltou à vida depois? Não? Então é tudo bobagem!”. 

No entanto, é uma pena que esse livro tenha caído no esquecimento antes mesmo de ser conhecido do público. Os exemplares remanescentes foram, vários meses atrás, doados às bibliotecas públicas do Estado de São Paulo, segundo informações que me deram, mas, sem propaganda, certamente não serão procurados nem lidos. Quem lê livros em bibliotecas? Inconformado com tanto tempo perdido estudando e redigindo, decidi publicar o livro em forma de eBook, tanto em português quanto em inglês. “Criônica” e “Cryonics”. No final deste artigo mostro o acesso a tais livros eBook, nas respectivas línguas, caso o leitor sinta curiosidade por sua leitura.

Embora “não pegue bem” um escritor elogiar o próprio livro, ainda mais financiado por ele mesmo, atrevo-me a pensar que o público perdeu muito mais do que ganhou deixando de ler esse romance, “Criônica”, o único em língua portuguesa e talvez em qualquer outra língua. Se o tema do congelamento de seres humanos já apareceu, vagamente, em um ou dois filmes, isso ocorreu de forma imensamente superficial, como as bobagens difundidas pela indústria do cinema.

Nossa vida é breve.  De modo geral, os primeiros vinte anos servem apenas para o desmame, a alfabetização e o conhecimento elementar do mundo que nos cerca. Depois dos vinte vem a fase da luta pela vida, a disputa sexual, a concorrência, a luta pelo status. Dos quarenta aos sessenta a luta do camelo apenas útil continua. Depois dos sessenta, o “gás” vai sumindo. De modo geral, nessa fase, a maioria, olhando para trás, não se considera “vencedora”. O resumo disso é: “Nasceu, mamou, comeu, bebeu, fornicou, trabalhou — ou não teve sempre essa oportunidade — e o foco da vida passou a ser o combate contra o colesterol, o diabetes ou a fome, a pressão alta e preocupações assemelhadas.

Há, porém, alguns poucos milhares de indivíduos — entre os sete bilhões de habitantes do planeta — realmente interessados em conhecer verdadeiramente nosso habitat, nós mesmos e o cosmo misterioso. São pessoas, geralmente inteligentes — ou pelo menos invulgarmente curiosas —, que anseiam por formar uma síntese do mundo conhecido e avançar no desconhecido, procurando explicação para todos os fenômenos. Uma obsessão considerada “exagerada”, “sem sentido”, para a imensa maioria, medíocre por falta de incentivo em sentido contrário — a alguns governos não interessa eleitor pensando por conta própria —, satisfeita em satisfazer apenas as exigências do corpo e de sua mente igualmente acanhada: futebol, corrida de automóveis, sucesso financeiro, lutas de vale-tudo, fofocas sobre pessoas famosas, Big Brothers e coisinhas do gênero.

Para aqueles realmente interessados em penetrar a fundo na compreensão dos seres vivos, e não vivos, o tempo de vida plenamente lúcida é decepcionante. É um desperdício que pessoas como um Einstein, por exemplo, e centenas de outros cientistas — notáveis na inteligência e no caráter — disponham de tão pouco tempo útil. Daí o interesse em criar uma técnica adequada de congelamento que permita a cientistas e pensadores, especialmente engenhosos, fazerem uma “pause” nas suas vidas, quando o cérebro começa a declinar seriamente, sabendo que, depois de um “sono” de dez ou vinte anos, poderão “acordar”, reparar seus cérebros, acrescentar novos neurônios , utilizando células-tronco, e prosseguir com suas pesquisas.

Além do mais, no decorrer das futuras décadas, e séculos, o homem “precisará” enviar astronautas para a exploração espacial muito além da lua. Tais viagens consumirão anos de vida. Com a técnica do congelamento, até lá dominada, o astronauta poderá “dormir” por dez, vinte, trinta ou cinquenta nos, voando talvez com velocidade próxima à da luz, sem envelhecimento, só “despertando” quando o computador da nave espacial disser que é hora de “acordar”.

Há, também, o objetivo mais próximo, modesto e humano, de propiciar às pessoas comuns, de qualquer idade, acometidas de doenças, hoje incuráveis — com previsão de morte próxima —, a oportunidade de disporem de uma técnica que lhes permitam serem quimicamente “preparadas” para um longo sono no gelo, após o qual, poderão voltar à vida e curadas.

Crianças, adolescentes, gente relativamente moça, madura ou no início da  velhice — ceifadas precocemente em acidente mas ainda com tronco e membros em regular estado —, poderiam ser salvas “depois”.

Quando me interessei pelo tema, e por isso escrevi o romance, eu não tinha a menor convicção de que a técnica então utilizada era suficiente para realizar o quase milagre de devolver à vida pessoas mortas, embora isentas da decomposição.

Eu me entusiasmei com o simples fato de a humanidade ter ousado pensar em controlar a “morte física”, pelo menos temporariamente (por quanto tempo somente o futuro dirá). Estava plenamente ciente de que nem mesmo um cão morreu e, depois de dias, voltou à  vida.

Eu considerava, e ainda considero, os insucessos da criônica do mesmo modo que encaro os primórdios da aviação, quando “amalucados” precursores tentavam voar, batendo asas de lona, à maneira dos pássaros, e logo se espatifavam no chão. Ou os inventores dos grandes foguetes que eram fáceis de fazer subir, mas impossível de adivinhar onde iriam cair. Hoje o foguete cai onde deseja de caia quem o lançou, milhares de quilômetros distantes. Madame Curie, com toda a sua inteligência, morreu cancerosa, envenenada pela radiação que saía — sem que ela soubesse —, de um “pozinho” bonitinho que brilhava no escuro e que ela mantinha sobre um criado-mudo mantido ao lado da cama. E quem poderia imaginar que o átomo, invisível, de tão pequeno, continha tanta energia acumulada?

Com o referido romance eu quis apenas insuflar no leitor — senão o entusiasmo, pelo menos o interesse — por uma técnica que colocará a humanidade em novo patamar.                                                                                                               

Para não alongar ainda mais este artigo é necessário entrar direto no problema da impossibilidade, momentânea, de se conseguir sucesso quando da “ressuscitação” do paciente após longos anos de congelamento.

Por que, até hoje, nenhum ser humano foi “devolvido à vida”, após o congelamento? Por curtíssimo período, alguns minutos, isso já ocorreu, em casos fortuitos, quando o paciente morre na mesa do hospital, recebe um choque elétrico no coração e volta a respirar. Ou em casos raros de crianças que se afogam em lagos gelados e cerca de meia hora depois, tratadas adequadamente, retornam à vida, sem danos neurológicos sérios.

O que impede, até hoje, o descongelamento com sucesso está no fato de todas as nossas células conterem água no seu interior. No frio intenso essa agua transforma-se em gelo, dilata-se, e o gelo rompe a membrana celular. Resultado: ocorrido o descongelamento, o cérebro e demais órgãos do “paciente” viram um mingau. Se não houvesse o congelamento da água, a membrana celular continuaria intacta e seria,  provavelmente, possível trocar a glicerina dos vasos sanguíneos por sangue humano, como em qualquer transfusão.

Agora, uma promissora informação.

Quando escrevi “Criônica” eu desconhecia um fato só difundido recentemente: a existência da “rã da floresta”, ou Rã do Ártico (Rana Sylvatica) que fica congelada no inverno mas não morre. Isso ocorre porque o organismo desse batráquio — e não só dele — produz uma espécie de açúcar que impede que a água se transforme em gelo.

O que caberia fazer com essa informação? Estudar quimicamente esse “açúcar” que impede a morte dos batráquios das regiões árticas e ver se é possível torná-lo assimilável para pessoas que irão se congelar, dentro de determinado tempo.
Certamente, esse “açúcar” — desconheço sua exata composição — não é venenoso, porque se o fosse mataria a rã referida. Se for algo tóxica para o homem, talvez a química consiga elaborar um produto equivalente no seu efeito de evitar a formação de gelo, sem toxidez. Não entendo de química, mas sabe-se que certos remédios são frequentemente alterados em sua composição para evitar determinados efeitos colaterais.
Penso que o Brasil, que gasta bilhões com projetos faraônicos, às vezes inúteis, bem que poderia contratar um pequeno grupo de cientistas — químicos, biólogos e médicos —, simpáticos, ou pelo menos não hostis à ideia de “ressuscitar” pessoas legalmente mortas. Se nosso país conseguisse “ressuscitar” plenamente um rato de laboratório, depois disso um coelho, um gato e um cachorro, é quase certo que ressuscitaria depois seres humanos. Seria o maior avanço do século.

Quando falo em “pequeno grupo de cientistas”, não estou falando em um imenso e caro instituto. Se eu fosse presidente, governador, ou mesmo prefeito de grande capital, criaria esse pequeno grupo, escolhido entre a nata científica nacional. Esse especial “açúcar” teria que ser assimilado pelo organismo ainda vivo até que penetrasse em todas as células do corpo, para só então se proceder ao congelamento. Aí, quando do descongelamento, a membrana celular não estaria rompida pelo gelo. Aquele mesmo gelo que rompe os canos d’água nos países de frio intenso.

Cristãos zelosos discordarão da ideia, dizendo que a Bíblia não toca nessa possibilidade. Não poderia tocar, claro, na época em que foi escrita. Para diminuir a resistência deles caberia talvez ponderar que astronautas cristãos, congelados, poderiam passar várias décadas “dormindo”, rumo aos planetas mais próximos, levando a mensagem de Cristo — tal como ocorreu no Século XVI, quando os ibéricos descobriram a América do Sul e converteram os nativos.

Havendo, como certamente haverá, outros planetas  com vida inteligente, não se sabe se neles surgiu e pregou algum “profeta-pensador genial”, ou “homem-Deus” — conforme a opinião de cada um — com a mesma mensagem do Nazareno. Em vez de caravelas, naves espaciais da fé. 

Certamente estou avançando demais em algo que ainda está engatinhando. Mas o país que investir primeiro, seriamente, no drible da morte, merecerá não um só, mas vários Prêmios Nobel. Não presenciarei esse sucesso mas fico feliz por saber que acontecerá. Se eu me congelasse agora — fui convidado, anos atrás — não apodreceria, mas quando do descongelamento eu seria um frustrado mingau.

Penso que está justificada minha defesa esperançosa no conteúdo programático do livro referido. Não estou interessado no dinheiro da venda dos eBooks. Quero apenas incentivar as pessoas mais inteligentes a pensar no tema. Tenho ainda comigo alguns  exemplares impressos do livro “Criônica”. Se solicitado, eu os enviarei, gratuitamente, pelo correio, aos interessados. Meu e-mail: oripec@terra.com.br

Para ler o livro na versão eBook, procurem-no, na internet, nos seguintes endereços:

“Criônica”(em português):
www.livrus.net/livruscombr/site/livro.php?id_livro=88163
“Cryonics” (em inglês):
www.livrus.net/livruscombr/site/livro.php?id_livro=88164
 

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